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All Comments (2151) Comments

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FelipeSchiffer Apr 18, 3:17 PM
Espero que possa ser de teu agrado tb o filme de tanukis, aliás acabei de me lembrar de uma outra obra interessante nisto que tu falou de humanizar/ animais etc, que no caso é um filme chamado Ginga Tetsudou no Yoru, não sei se você chegou a assistir mas enfim, é bastante interessante este filme
FelipeSchiffer Apr 18, 2:23 PM
É a mesma impressão que eu tenho de mim até hoje após ter me emocionado tanto com penguin's no vietnam como também com tanukis lokos ( heisei tanuki gassen ponpoko)
FelipeSchiffer Apr 18, 1:24 PM
Por algum acaso deixou escorrer suor masculino pelos olhos ao terminar filme de pinguins na guerra?
wanss Mar 31, 2:51 PM
tudo bem!não estou apressado nem nada parecido.
wanss Mar 17, 4:23 AM
olá

estou aqui hoje para responder qualquer pergunta ou duvida que tiver sobre o nasuverso.qualquer coisas seja a origem dos servos ou da humanidade.pode pontuar que responderei.

enfim,obrigado pela conversa proveitosa!mesmo eu não concordando com voce,eu me diverti.

ps:minha pergunta ainda continua...o que acha da novel de fate stay night ? claro tirando a construção de mundo,que ficou mais do que obvio que voce não gostou.
wanss Mar 16, 7:50 PM
olá

acho que estou entendendo melhor o seu ponto agora,porem toda via eu ainda discordo,claro,o episodio 0 do fate ubw é sem duvidas é preciso ter o contexto do zero para saber um pouco mais.porem esse é um das poucas exceções de toda a franquia(na verdade foi por essa ligação que a UFOTABLE foi fortemente criticada pelo fãs)de qualquer maneira.eu concordo que esse começo do anime faz voce ficar pensativo para com,as outra guerra que havia acontecido algum tempo antes.porem se pegarmos o material original que no caso seria a visual novel vemos,que não precisamos do zero para nenhuma explicação do guerra anterior,na verdade um dos grandes mistérios da novel é exatamente esse,o que aconteceu ? quem era o kirei ? isso é explicado de maneira detalhada,toda a guerra anterior foi mostrada na própria visual novel,então novamente,não acho que é preciso da novel antiga(zero) para um melhor compreensão com os acontecimentos atuais.mas de qualquer jeito vai uma pequena curiosidade que acho,que vai ser de grande ajuda para entender as diferenças dos dois fates(zero,stay night)o fate zero na verdade não é a continuação canon do stay night...sim o fate zero escrito pelo Gen Urobuchi e o anime na verdade são linhas temporais diferentes que aconteceu o fate stay night original.o anime só fez essa ligação por que eles queriam fazer uma especie de continuação entre eles.agora que essa informação foi dita vamos para os outros pontos que devem ser respondidos.e concordo parcialmente com sua fala que fazer o fate como um universo isolado o faz ficar simplista,não restá apenas o graal/batalha,resta bem mais conseito do que apenas essas,a novel detalha os espíritos heroicos e o porque eles existem,a magia,que é bem mais aprofundada,dando bem informações sobre o universo e como ele trabalha,o trono dos heróis,entre outras coisas,então,sim pode diminuir bastantes temas no universo,mas os novos colocados são sempre bem apresentados...parece que aqui temos que concordar em discordar.

ah isso não foi erro meu,eu falei "ou de tsukihime ou kara no kyokai..como preferir" falando diretamente do nome,voce pode chamar de universo stukihime ou chamar de o universo kara no kyokai.eu não estava de maneira nenhuma falando que os dois eram de alguma maneira diferentes.desculpe se lhe pareceu isso.e não falei que essas duas obras tem diferença de poder,eu falei que FATE tem uma fonte de poder diferentes se formos comparar com essas duas obras.mas sim se formos querer saber como a igreja trabalha completamente temos que jogar stukihime,mas em fate eles explicam também,claro não comparado a uma rota concentrada nelas,mas eles falam que a igreja tem os "matadores de herege"e que elas e os magos não tem nenhuma relação amigável.

eu entendi o seu ponto,que alguns elementos uma possui que é preciso de um acesso a outra obra para um melhor entedimento do universo da obra em si.porem a obras tem sim os mesmo elemento que no caso seria os servos,e a guerra,mas os motivos deles existirem variam de obra em obra.por exemplo o servos em fate stay night existem para o graal,e se matarem até a morte,porem os servos do fate grand order,são na verdade outra coisa,eles são um especie de contra virus do planeta terra...mas para não falar tanta coisa aqui,e não gerar uma confusão,basicamente eles possuem objetivos e invocações diferentes.para ter uma ideia no universo do grand order nunca existiu um guerra do graal,e os fundamentos do universos são estritamente diferentes.poi como falei,um não depende do outro para existir,o fate extra opera com suas próprias regras,o grand order opera com sua próprias regras,stay night a mesma coisa.e como falei antes o anime ubw foi a unica que tentou ligar o fate zero,pelo fatos dos produtores queriam isso.porem isso é um fato e não posso negar de qualquer forma. mas se formos compara a light novel,ela não precisa do zero.
a tecnologia do fate extra nem chega perto de ser a mesma com a do fate grand order.falo isso pois é falado que a tecnologia do extra é uma feita por Alienígenas o que faz elas ser super tecnológicas,também é dito que ela é feita em um futuro onde a humanidade toda morreu,já a do grand order usa a alma da terra como fonte de poder(como falei cada uma possui sua própria mitologia)claro se a gente pegar e tentar juntar todas vai dar uma bagunça e é exatamente por isso que o nasu criou o multiverso fate,para assim criar cada vez mais novas possibilidades para os escritores fazerem suas historias.então tira a ideia da cabeça que de alguma forma os fates são interligados.são em si universos que tem premissas iguais e ideias iguais mas com construção de mundo de uma forma totalmente diferentes.e como diversos mundos que utilizam magias,todos eles possuem isso,mas a origem e como elas surgem e fusionam é de maneira muito diferentes uma da outras.e sim,grande parte dela provavelmente é por dinheiro,porem tem sim,entre elas as que são feita pensando legitimamente na historia como motor principal,como dei os exemplos do fate go,e até o extra original(não o anime que é muito sofrível)e sim a matrix é para fazer outras historias,mas novamente ela funciona de uma maneira muito diferente de universo a universo,exemplo no universo do extra existe outro universo que é o extella,e no universo que do grand order a outro que são os lostbelt.

não era é isso que quis dizer.se voce quiser saber do universos alternativos de fate,voce só precisa ler as obras.para ser mais exato não falei que voce precisava ver todas elas para saber de uma,falei que se voce quiser saber TODOS os motivos e construção de mundo diferente de fate e suas versões alternativas,voce deveria procurar lelas. no máximo que voce vai ver em outros fate é o mesmo conceito "graal"mas sua explicação para existir difere uma da outra.

essa eu concordo,eu aceito exposição de noveis e visuais noveis porque o formato pede de certa forma um grau de exposição,porem audio visual não tem desculpa,mas novamente,se ela á mostrada de uma maneira crível,eu não me importo.claro que sempre tem maneira de mostrar alguns conceito de outra maneira,porem acredito que fate faz isso pela metodologia dos feitiços,que são em grande parte guiadas por ela,o nasu sempre foi fã de usar uma certa logica em suas magias,colocando ranks,classes,periodos,e modos de como elas nasceu.a magia de fate não é a mesma das outras,a magia tem muito conceito que foram aprimorados na franquia.não sendo apenas umas simples luz ou transformar alguma pessoa em coelho,raios etc,então acho plausivel o uso de expositividade.e realmente o jeito que o apocrypha fez não muito bom.e sim dragon ball é bem simples,porem não estava reclamando de sus construção de mundo mas sim a sua maneira de exposição,que era muito,mas muito pior se comprada com a do fate.

sim,concordo,eu nunca falei que só por causa que voce tinha bastante conceitos em seu universo que ele seria bom.eu sempre elogiei os personagens que o nasu cria,que casam muito bem com suas respectivas filosofias.é isso que me mantem no nasuverso até hoje,e bom,até hoje não me arrependi dessa minha decisão.nunca procurei as obras do nasu por isso,e nem pretendo.e não precisa falar,eu já sei o que é essa palavra.

eu na verdade comparei bem mais os ideais em si dos personagens,e não sua origem.claro se formos pegar dessa forma os dois tem uma origem totalmente diferente,porem a mentalidade de tentar fazer algo que é impossível e que no futuro não vai valer nada continua ali,claro ele não vai cair como o seu eu do futuro caiu,ele agora tem uma pessoa pra lhe guiar(rin) mas não tira o peso da determinação do personagem e sua procura por significado,coisa que o anime não o fez com o impacto que deveria.no final shirou continua como uns dos herois de camus,uma pessoa que sabe,que seu ideal vai cair em impossibilidade mas continua,poi no final é a unica coisa que o faz feliz não é ?.


obrigado!é claro os outro anime possuem seus próprio conceitos,no final das contas são autores diferentes em cada um deles,não podemos esperar o mesmo temas.eu entendo o que quer dizer com a unica rota de fate que utiliza essa filosofia é o ubw,porem as outras também tem temas filosóficos próprio,podemos dividir fate de uma maneira quase igual a essa:


rota fate: serve para mostrar os ideais do shirou.para ser mais exato ela trabalha os defeitos dos ideais.esse é o grande motivo que rota não os questiona,shirou nessa primeira parte da historia é morto diversas vezes.quando falo isso falo que tem varias escolhas que levam ao final ruim.se formos pegar todos os bad ends dessa rota poderia muito bem catalogar uns 14.ele também serve para apresentar todos os ideais dos outros personagens,como a saber,que era ser um rei frio,a rin que queria seguir os passos dos seu pai e orgulhar a família,sendo uma maga calculista,e sakura que mostra uma garota doce e piedosa.

rota ubw: essa poderia ser chamada a rota da desconstrução.ela é onde nosso protagonista(shirou)começa a avaliar seu sonho e ideal.nessa historia os pensamentos que na rota anterior eram tão certos na cabeça do shirou são colocados a prova.se a primeira rota era para apresentar os ideais essa é para questioná-los.o shirou é confrontado por todos nessa rota o chamando de suicida.é nela que ele sente a primeira e dura dor da realidade,ele não pode salvar todos,seu altruismo é chamado de suicídio por outros,todos os criticam.porem é nessa rota também que vemos sua derterminação.mesmo sabendo que seu sonho não poderia ser realizado,mesmo vendo que no final toda sua luta era sem sentindo,ele o mantem.ele não precisa que as coisas que ela faça tenham sentindo,ele só faz o que ele sente que vai o fazer sentir bem ou satisfeito,por isso que na nossa primeira conversas eu falei sobre camus.shirou é nessa rota o mesmo heróis que camus descreveu(mesmo eu não concordando com o absurdismo...sou cristão no final da contas).

rota heaven fell:seria a rota que shirou deixaria seu ideal,e finalmente se curvaria a realidade,é nessa rota que vemos o nosso protagonista quebrado ao máximo,onde ele é finalmente humaniza,também é a rota com melhor conteudo narrativo.também é a rota mais sombria de fate.a sakura é a protagonista nessa rota.

cada rota trabalha um conceito do shirou.

claro,fate tem alguns erros pontuais,mas em grande parte acho que é uma narrativa bem executada.

parece que não adiantou em nada,acho que no final temos que concordar em discordar.enfim,acho que está na hora de ir dormir.

e obrigado !...novamente.
Newtyp Mar 16, 7:14 PM
Haja paciência kkkkk
wanss Mar 16, 2:40 PM
olá

obrigado pela resposta ! e principalmente pela educação.já tentei e muito conversar com as pessoas do mal,e todas as vezes sempre terminou de uma maneira..como podemos dizer,meio prolixas.mas de qualquer forma vou tentar responder suas perguntas de uma maneira clara e direta(não tenho muito tempo)então vamos começar com:os conceitos não são trabalhados na franquia principal mas sim em outras (que é uma coisa que eu concordo um pouco mas não totalmente)

não tenho a mesma visão que voce,claro,o universo fate(ou melhor o nasuverso)é em si enorme,e tem vários mistérios.porem acho que os que servem para a narrativa principal são mostrados e explicados.como o exemplo que voce deu que era a ''espiral da vida'' não tem nenhuma relação com os servos!e ela não tem nenhum objetivo na narrativa como havia no kara no kyokai.e coloco a personagem principal da Mahoutsukai no Horu dentro dessa logica também,ela fez o seu objetivo na obra,tudo alem daquilo serviria apenas para aumentar a obra e nada mais.na minha concepção nenhuma obra tem que ser obrigada a mostrar elementos que não tenham efeito em sua historia ou acontecimentos.esse tipo de explicação e revelação seria bem mais informação extra do que qualquer outra coisa.complementaria o world of building com toda a certeza,mas não melhoraria sua narrativa em si.para que colocar ? embora eu entenda a curiosidade para saber mais do universo(eu mesmo sou um maluco por ele)mas,tem que diferenciar trabalho com os personagens e temas com construção de mundo.

ai vem outra coisa,que os universos alternativos de fate(ou de tsukihime ou kara no kyokai..como preferir)tem conceitos que um tem e os outros não o possuem,como já dever saber a fonte de magia de stukihime é fundamentalmente diferente se formos comparar com a do universo fate,voce não precisa entender um para compreender o outro,isso é tamanha verdade que tenho amigos que entenderam toda a franquia fate pelo anime ubw,claro,uma vez ou outra aparece uma igualdades nos universos,mas vamos ser honestos aqui,são poucas.então novamente voce não precisa entender fate stay night(game) para entender o fate extra(game)pois os dois são auto explicativos.mas se voce ficar interessado pelo mundo e querer por mais,é simplesmente ir num site de anime qualquer e achar.lembrando que o sistema de invocação de servos do fate extra também é diferente a do fate.

alias não acho que voce precise de saber o que aconteceu em fate zero,para assim melhorar sua visão do fate stay night.o zero sempre foi contado como um prequel que assume que voce já leu a visual novel.o objetivo do zero nunca foi revelar como tudo aquilo aconteceu,mas sim,mostrar COMO tudo aquilo aconteceu.isso é tão verdade que logo no inicio da novel,tem uma pequena nota do autor dizendo "essa novel é direcionada para o publico que já leu a visual novel fate stay night,por favor leia antes de prosseguir"acho que uma comparação razoavel seria,a trilogia star wars o filme 1,2,3 estão lá para mostrar como death vade nasceu assumindo que as pessoas que assistiram já sabiam de seu final.e como falei já antes,cada fate é uma própria historia sendo contada.

já sua queixa que fate está se tornando algo apenas comerciais.eu até entendo,eu também percebi que fate está se tornando um universo "marvel" da vida,onde tem vários spin offs,como,o grand order,fate extra,fate apocrypha.com cada um com seu protagonista e seus guerreiros particulares.porem descordo que muito delas não possuem explicação próprias,no mesmo exemplo que voce havia dado o grand order,que muito provavelmente voce apenas assistiu o anime(que no caso seria o fist order)esse anime era a adaptação do prologo do game,que tinha como o objetivo explicar o básico do plot que seria,"ritsuka e seus amigos vão viajar para linhas do tempo alternativas,para assim salvar a humanidade" o resto das questões e explicações eles abordam depois.como falei o fate extra é uma historia totalmente desvinculada do fate comum,ela não tem um objetivo de "explicar as coisas" mas sim crias um novo universo(coisa que o nasu já havia comentado no lançamento do primeiro jogo,que era para ps2)

nas verdade em cada franquia tem um motivo...mas para falar a verdade seria muito complicado explicar todos.não porque é complexo,mas porque em cada historia existe suas justificativas para isso.seria muito interessante se voce procurasse em alguns sites,que tem todas as explicações do universo (acredite tem muita informação)pois parece que voce tem muitos problemas com isso,acredito que se voce quiser realmente saber como todos os universos funcionam,voce tem que procurar,ou ler todas as obras da franquia(que sinceramente nem eu tenho tanto tempo assim)mas falando da sua visão...desculpe mas parece que voce valoriza muito mais o world of building do que a historia dos personagens sendo apresentada,claro,posso estar redondamente enganado.porem falar que fate é umas obra vazia,sendo que,ele possui tantos temas e filosofia sendo trabalhado em seu interior é meio estranho.me lembra algumas pessoas que dão hate em evagelion simplesmente por que o mundo em si nele,não foi bem explicado e deixado muito coisa do lado de fora.

agora falando dos diálogos expositivos.bem como voce falou,é uma questão bastante subjetiva,porem vou dar os meus dois centavos sobre esse tema.não acho que a expositividade é inerentemente ruim,dependendo claro do contesto que ela é colocada.em fate,na grande maioria dos momentos de maior expositividade,são colocadas de uma maneira compreensiva,já que o shirou alem de ser um personagem muito bom,também é literalmente os nossos olhos e ouvidos na historia.ele é um garoto que só sabe o básico de magecraft,não sabe nada da guerra,não sabe nada de magia,ele também pode ser colocado como o leitor,é ele que pede as explicações,pois seu pai nunca o ensinou nada.então temos um garoto que não sabe absolutamente quase nada de magia dentro de uma guerra que ele não queria entrar.para mim é totalmente justificável.como não quero me alongar aqui basicamente o que quero falar é:se a expositividade estiver em uma cena em que o momento for convincente ao Faze-la eu aceito.eu não aceitaria que fosse um tipo de exposição como dbs faz,o goku dá um golpe no personagem,kuririn-"olha o goku deu um murro no fulano"

eu entendo sua cabeça com a obra,porem ao meu ver como já comentei acho que em grande parte é auto explicativa.eu já vi os videos do Leonardo Kitsune,e não concordei nenhum pouco.eu até o respondi com um texto respondendo ponto por ponto,as suas criticas e duvidas sobre o universo de fate.porem estranhamente meu comentário desapareceu da aba,bem eu não sei,talvez tenha sido o youtube que tenha dado um bug.eu não compartilho da mesma experiencia que voce,porem como sou uma pessoa que gosta e muito de mostra informações,pode me perguntar tudo sobre o universo fate,acho que posso tirar varias de suas duvidas.

bem sobre meu ponto de vista sobre a franquia..vai um texto que fiz sobre o fate ubw a muito tempo(se for falar de toda o textos vão ficar maior do que esse)nesse texto falo do shirou.

A série Fate, ao longo dos anos, acumulou uma base de fãs muito grande e leal que continuou a crescer à medida que mais entradas para a série apareciam e adaptações eram produzidas. No início deste ano, a adaptação da Ufotable para a rota da Unlimited Blade Works chegou ao fim. A maior parte foi bem recebida. Alguns fãs de novelas visuais não estavam satisfeitos com isso, como é de se esperar de qualquer adaptação e algum animeos fãs ignoraram como outra série de shounen ou que simplesmente não era coisa deles. Mas uma coisa que aparece repetidamente nas críticas à série é seu protagonista: Emiya Shirou. Muitas pessoas reclamam que ele é "idiota" ou "infantil" e alguns fãs de novelas visuais afirmam que ele estava apenas "mal adaptado". Eu não concordo com essas duas afirmações e vou entrar em detalhes sobre como o personagem de Shirou não só tem profundidade na série de TV (e a novela visual, é claro), mas não é de todo o idiota que alguns fãs fazem dele.


Vou começar admitindo que o animeA versão do personagem de Shirou não tem muitas nuances da versão de Shirou do Visual Novel, mas isso é de se esperar quando seu personagem depende muito do meio pelo qual ele foi traído. É muito mais fácil adicionar profundidade a um personagem através da prosa, especialmente quando você tem uma quantidade quase ilimitada de tempo para contar sua história. No entanto, o núcleo do caráter e dos ideais de Shirou ainda brilha na adaptação para a TV, com um pouco mais de esclarecimento através do diálogo adicional presente na adaptação. Emiya Shirou é, e sempre foi, um herói absurdo. O termo "herói absurdo" foi cunhado pelo filósofo francês Albert Camus em 1942 em sua obra seminal "O mito de Sísifo". O livro continha uma série de ensaios explorando suas filosofias sobre a natureza da existência como parte de um movimento posteriormente denominado "Existencialismo". (Nota: Camus era tecnicamente um absurdo, já que foi o movimento que ele inventou na tentativa de separar-se do movimento existencialista. Apesar disso, a maioria das pessoas considera o Absurdismo como um afastamento do Existencialismo, em vez de sua própria filosofia separada).

O mito em si fala da situação de Sísifo quando ele é condenado a eternamente enrolar uma pedra em uma colina, vê-la cair e, em seguida, recomeçá-la. Ele está condenado a fazer isso para sempre. Como Camus diz, Sísifo é um herói absurdo "tanto por suas paixões quanto por sua tortura. Seu desprezo pelos deuses, seu ódio à morte e sua paixão pela vida lhe renderam uma penalidade indescritível, na qual todo o ser se esforça para realizar nada." A essa altura, o caminho entre Sísifo e Shirou pode ter começado a tomar forma. Shirou se dedicou a um ideal impossível, sendo eternamente usado pela humanidade para manter o equilíbrio e lidar com problemas emergentes. Archer, uma versão de Shirou que chegou a este ponto, desmoronou sob o peso de tudo e deu no absurdo. Aos olhos de Archer, toda a sua existência não equivalia a nada. Sua vida (e talvez toda a vida) era totalmente sem sentido. Em uma tentativa desesperada de corrigir seus erros, ele é convocado para sua própria época, muitos anos antes de se tornar o lendário "herói da justiça", para tentar matar a si mesmo. Em outras palavras, cometer suicídio.

Qualquer um que tenha ouvido falar de Camus conhece a famosa linha de abertura de "O Mito de Sísifo": "Há apenas um problema filosófico verdadeiramente sério e isso é suicídio". Se não há sentido para a vida, não seria melhor acabar com a vida? Essa seria a conclusão lógica desse rastro de pensamento. No entanto, uma coisa que "Fate / Stay Night" se propõe a fazer é traçar uma linha distinta entre lógica e ética. O termo "certo" ou "correto" não é singular em significado. Em "Fate / Stay Night" há duas formas de "certo": uma forma lógica de estar certo e uma forma ética de estar "certo". Isto é mostrado através da famosa citação durante o vigésimo episódio da série de TV, em que Shirou critica Archer que "só porque ele está correto, não significa que está correto"

De fato, um dos temas centrais da série, o do destino, está de fato diretamente ligado a esse conceito. "Fate / Stay Night" oferece um debate constante em torno da ideia de fatalismo lógico, constantemente questionando o caráter absoluto da ética e da vida. Um exemplo disso seria o personagem de Kuzuki. Especificamente, uma cena no décimo sexto episódio que é exclusiva para os raios azuis, onde Kuzuki e Archer se envolvem em um debate sobre o motivo pelo qual estão fazendo o que estão fazendo. Kuzuki afirma que ele tem zero indicação do que significa ser bom ou mau e até o nível fundamental de sua existência é neutro. Se alguém não tem envolvimento direto em sua vida, então ele não se importa com o que acontece com eles. Na verdade, Kuzuki afirma que é inevitável que as pessoas matem outras pessoas.

Então, para que fim "Fate / Stay Night" explora esse conceito de Fatalismo Lógico, como isso afeta Shirou como um personagem, e o que Camus tem a ver com tudo isso? Tudo tem a ver com os ideais e o passado de Shirou. Dez anos antes dos eventos de "Fate / Stay Night", Emiya Shirou foi o único sobrevivente de um enorme incêndio, salvo por Emiya Kiritsugu, seu pai adotivo. Ao longo da série, nunca vemos nada da vida de Shirou antes do incêndio e nunca aprendemos o nome da sua família antes da mão. Em certo sentido, Emiya Shirou e os Shirou antes do fogo são duas entidades separadas, com o fogo sendo o renascimento de Shirou em um sentido (isso não é muito explorado em UBW, mas no caminho da Heaven's Feel do romance visual). Emiya Shirou passa a viver uma vida vazia. Ele não tem paixões verdadeiras e nunca sente felicidade ou alegria genuínas. Em vez disso, ele se apega ao ideal de heroísmo de seu pai adotivo como sua razão de viver. Não é até Archer confrontar Shirou que ele é forçado a examinar este ideal e o que isso significa para ele. Archer, que sofria a cada passo na tentativa de manter esse ideal, acabou cedendo à lógica e considerou seu ideal como errado pelo simples motivo de ser impossível. Não conseguiu nada. Então, sua única opção era apagar seu passado para evitar esse destino e acabar com sua existência. Apesar de aprender tudo isso, Emiya Shirou recusa que seguir seu ideal impossível é errado. Pode ser errado em um sentido lógico, mas não em um sentido ético. A lógica representa o absurdo de Camus e Archer representa o homem lógico que está cedendo. Por causa disso, Shirou (e Camus) nunca poderiam aceitar Archer como este "suicídio" e o arrependimento é "aceitação em seu extremo", admitindo que a vida é demais para uma pessoa aceitar. Aceitar seu ideal como errado é admitir que Kiritsugu estava errado em salvá-lo; que Shirou estava melhor morto, e que aqueles que morreram no incêndio estavam certos em fazê-lo.


Seguindo essa lógica, a luta entre Shirou e Archer, portanto, representa o nascimento do absurdo de Camus. A batalha é simbólica do "confronto entre a necessidade humana e o silêncio irracional do mundo" de que Camus afirma que o absurdo deriva. Os seres humanos não são seres da lógica, mas da irracionalidade. Portanto, o absurdo "não está no homem nem no mundo, mas em sua presença juntos ... é o único vínculo que os une". Esta, então, é a resposta de Shirou: se seu ideal é possível ou infantil é irrelevante - tudo o que importa é que ele faz o que o faz feliz e o que ele acredita estar certo. Mesmo que seja impossível salvar a todos, isso nunca significará que querer é incorreto. Isso é uma lógica fria, confiando inteiramente em absolutos, e a vida é mais do que isso. Shirou ' As palavras de revolta para Archer estão dizendo que esse "coração dentro de mim eu posso sentir, e eu julgo que existe. Esse mundo eu posso tocar, e eu também julgar que existe. Aí termina todo o meu conhecimento, e o resto é construção ". Isso não representa a capacidade de projeção de Shirou? Ao visualizar as espadas em sua mente, usando o que ele vê as armas, ele aplica esse conhecimento para construir suas lâminas. Eu acredito que se Camus fosse descrever Shirou em uma palavra, ele o chamaria de "artista". Ele traz o que está em sua mente e lhe dá forma física. Shirou "compromete-se e torna-se ele mesmo em seu trabalho", pois é sua natureza que faz dele uma mera ferramenta para o seu ideal (o "osso da [sua] espada" se você quiser).

Para finalizar isso, pode ser interessante vislumbrar brevemente o mármore da realidade de Shirou e seu encantamento. A tradução mais famosa do encantamento (não a inglesa que Archer usa senão a japonesa Shirou usa) é:


Eu sou o osso da minha espada
O aço é meu corpo e o fogo é meu sangue
Eu criei mais de mil lâminas
Inconsciente da perda, nem ciente de ganho
Suportou a dor para criar armas, esperando pela chegada de alguém
Eu não estou arrependido. este é o único caminho
Toda a minha vida foi um trabalho ilimitado

Comparado com a tradução literal encontrada no wiki typemoon:

Seu corpo é feito de espadas
Seu sangue é de ferro e seu coração de vidro
Ele sobreviveu através de inúmeras batalhas
Nem mesmo uma vez recuando
Nem mesmo uma vez sendo vitorioso
O portador está aqui sozinho
Forjando ferro em uma colina de espadas
Assim, minha vida não precisa de significado
Este corpo é feito de espadas infinitas

O que mais se destaca é "minha vida não precisa de significado". Isso resume perfeitamente as idéias de Camus sobre a vida: a vida não tem sentido, mas isso não importa. Nós não precisamos de um sentido para viver, mas devemos nos revoltar contra o absurdo do mundo para nos sentirmos realizados. Mas o que pode ser a evidência mais forte da influência de Camus na história da Unlimited Blade Works seria esta passagem de "The Myth of Sisyphus":

"Eu deixo Sísifo ao pé da montanha! Sempre se encontra o fardo novamente. Mas Sísifo ensina a fidelidade superior que nega os deuses e levanta as pedras. Ele também conclui que tudo está bem. Este universo daqui em diante sem um mestre parece-lhe estéril ou fútil. Cada átomo dessa pedra, cada floco mineral daquela montanha cheia de noite, forma em si mesmo um mundo. A própria luta em direção às alturas é suficiente para encher o coração de um homem. É preciso imaginar Sísifo feliz. "

Não é apropriado, então, que o próprio "mundo" de Archer seja aquele monte de espadas? Cada espada, cada projeção, cada batalha vem junto como o símbolo final da revolta de Emiya contra o absurdo. Se Shirou é um "artista" aos olhos de Camus, então todos os heróis da história humana viveram seus ideais e deixaram sua marca.

"O presente e a sucessão de presentes diante de uma mente sempre consciente, este é o ideal do homem absurdo". Palavras do próprio homem. Um artista que se consolida na narrativa da história humana é o perfeito herói absurdo, vivendo não aqueles poucos anos que lhe são dados, mas eternamente como um exemplo de tenacidade e perseverança humanas. Ele explica por que os espíritos heróicos no universo do destino existem fora dos grilhões do tempo e vivem para sempre em todas as eras: através de sua revolução contra o absurdo, eles transcenderam a limitação humana e se tornaram infinitos. No entanto, ninguém se revoltou mais do que Emiya Shirou, o contra-guardião. Para usar suas próprias palavras: toda a sua vida foi um trabalho ilimitado de lâminas.

"Tudo o que resta é um destino cujo resultado só é fatal. Fora dessa única fatalidade da morte, tudo, alegria ou felicidade, é liberdade. Um mundo permanece do qual o homem é o único mestre. O que o ligava era a ilusão de outro mundo. O resultado de seu pensamento, deixando de ser renunciante, floresce em imagens, é brincadeira - em mitos, com certeza, mas mitos sem outra profundidade que não a do sofrimento humano e inesgotável, não a fábula divina que diverte e cega. , mas a face terrestre, gesto e drama em que se resumem uma sabedoria difícil e uma paixão efêmera "- Albert Camus, O Mito de Sísifo (pg. 87)

UBW é uma reflexão sutil mas bem executada sobre a natureza da existência e a linha entre lógica e ética. Emiya Shirou não é uma criança idiota, mas uma representação do absurdo herói de Albert Camus e filosofia da falta de significado da vida.

basicamente eu sou mais fã da franquia fate,pelo seus personagens,que em grande parte deles tem substancia(incrível que pareça até o jogo para celular fate grand order na singularidades 6,7,8 tem personagens que são carismáticos e bem trabalhados.)de qualquer forma,espero que a minha opinião tenha algum efeito,em voce..mas bem,tenha um bom dia/noite!

agora falando das noveis.o que achou da narrativa da novel de fate,e das outras que abrange o nasuverso ?gosto de sempre ver novos pontos de vistas sobre as obras que eu gosto. acho que ela supera e muito o anime.mas bem é isso por hoje.tenho que sair nesse exato momento.

ps:desculpe pelo texto enorme...tenho alguns problemas para escrever textos pequenos.
wanss Mar 16, 9:00 AM
olá

sou novo no mal e estou utilizando ele para conversas ou debates prazeroso.então vi que você não gostou de fate,que na minha concepção é uma franquia muito boa.pode trabalhar melhor seus motivos ? estarei totalmente disposto a rebate-los com toda a educação.
Nightstark Mar 8, 7:41 AM
Se não for muito incômodo, tem como tu me indicar quais Gundam assistir, e em que ordem? Estou interessado em assistir, mas parece meio complicado entender a sequência das coisas, quais são necessários para a cronologia, quais são desnecessários, se realmente tem continuidade, por aí vai.
Uarlei Mar 2, 12:06 PM
melhor pessoa
VicRock14 Feb 24, 6:59 AM
Eu assisti ontem o CCA e gostei bastante do filme. Se eu fosse pegar pra avaliar o filme criticamente talvez eu encontre alguns problemas, mas pra mim, que ama a franquia, nada disso importou quando vi a conclusão de uma das melhores rivalidades na história da animação japonesa.

Eu ainda não assisti Night on the Galactic Railroad até porque não sabia que tinha filme, então fiquei curioso pra ver como é.

Também não achei Bohemian isso tudo, e olha que eu curti o filme por ser fã da banda. Mas esse ano realmente tava bem fraco pelo que vi nas críticas, tanto que acho que Roma vai levar a estatueta de melhor filme.

Aranhaverso eu queria ter visto no cinema, mas era praticamente impossível encontrar cópias legendadas em um horário decente, e ver dublado em uma sala cheia de crianças simplesmente não dá. Já filmes do Mamoru Hosoda eu realmente deveria dar uma chance, só assisti ao filme de One Piece que ele dirigiu e gostei bastante.
VicRock14 Feb 22, 3:58 PM
Também não achei tão ruim apesar de tudo, e olha que eu tinha um certo preconceito com a obra.

Acho que tu vai curtir Penguindrum, ainda mais tu que já curtiu Revue Starlight e ambas as obras são bem parecidas. E nem me fale do Oscar, só consegui assistir Bohemian Rhapsody mesmo, e de animação eu quero ver se assisto o Char's Counterattack pra tentar terminar logo o Universal Century.
VicRock14 Feb 22, 3:23 PM
Vou te falar que eu também não esperava dar uma nota tão alta, mas eu acabei gostando mais do que eu achava. E também eu assisti depois de terminar Re:Zero, então qualquer coisa fica boa.
ArakakiLaurant Feb 22, 8:25 AM
Praticamente tudo me incomoda nesse filme: a anatomia mais fina, a reiteração de conflitos já abordados na série de TV, a evasão da KyoAni em entrar no fisicamente campo queer (quando fica óbvio que eles querem representar algo do estilo), e principalmente o desfecho que é um balde de água morna, não fede, não cheira, não causa nada.